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A revolução do comércio electrónico: o comércio mudou

A revolução do comércio electrónico: o comércio mudou

Muitos já sabem que o comércio electrónico mudou a forma de fazer negócios e transacções. O objectivo deste artigo é explicar o que o comércio electrónico revolucionou, como progrediu, que níveis atingiu e o que o futuro lhe reserva. Tenho certeza que você vai se interessar por este artigo porque, certamente, você vai descobrir coisas que você não sabia.

Data e local

Em primeiro lugar, vamos focar toda a análise no cenário 2016, especificamente em Portugal. A razão é clara: por um lado, queria tomar o último exercício fiscal como a referência mais actualizada; por outro lado, a Portugal é um país com preferências muito semelhantes às da América Latina, e em alguns países, como o México, com níveis de compra semelhantes.

Setores

O comércio electrónico compreende uma multiplicidade de sectores, algo muito complicado de cobrir inteiramente, porque teríamos de recorrer a especialistas. Neste caso, analisei o setor de alimentos, moda, saúde, eletrônica e tecnologia e o Mercado.

Quase metade das empresas (48%) que atuam no comércio eletrônico nestes setores operam nacionalmente, com 36% operando em outros países.

Fatura

Se falamos de facturação, de todos os rendimentos que estas empresas obtiveram, encontramos 35% que facturam menos de 200.000€, 22% que facturam entre 200.000 e 1 milhão de euros, 7% que facturam entre 1 ou 2 milhões de euros, e, finalmente, 37% que facturam mais de 2 milhões de euros.

A questão é: que sector ou quais são os sectores que facturam mais dinheiro? Bem, os que mais facturam são, obviamente, grandes empresas, mas os que mais facturaram no ano passado são os sectores da alimentação, habitação e aluguer de automóveis.

Influência da Internet

Aqui, nós comparamos a venda offline com a venda online. A análise verifica que, de todo o faturamento das empresas, 25% é feito pela internet. Além disso, remontando a anos anteriores, verificamos que as vendas online cresceram consideravelmente, de 16% em 2015 para 18% em 2016, e mais de 20% em 2018, nas lojas que apenas operam online.

 Conclusões

Como você pode ver, a tendência de comprar online aumenta a cada ano, fazendo com que as empresas operem online para crescer. O comércio electrónico bateu na mesa e não parece que vá descer, mas sim o contrário. A internet é o futuro.

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